
Quantas vezes eu declinei a taça
E sorvi até o ultimo gole
Para no vinho esquecer
As tristezas e as amarguras?
Quantas vezes eu sorri e brindei a vida
Em momentos que nela não via sentido,
Quando intimamente procurava maneiras
De quebrar os grilhões que aqui me prendem?
Quantas vezes eu beijei e abracei pessoas
Das quais não gostava e que eram falsas comigo,
Só para manter a velha fachada
Da boa convivência social?
Quantas vezes eu forcei a minha mente
A esquecer as coisas ruins que me acontecem,
Na tentativa de manter a minha sanidade
Enquanto aguardo acontecerem coisas boas?
Quantas vezes eu desejei colocar
Um ponto final na minha história?
Mas a cada dia que nasce
Vejo que ainda tenho que acrescentar mais uma virgula!
Para no vinho esquecer
As tristezas e as amarguras?
Quantas vezes eu sorri e brindei a vida
Em momentos que nela não via sentido,
Quando intimamente procurava maneiras
De quebrar os grilhões que aqui me prendem?
Quantas vezes eu beijei e abracei pessoas
Das quais não gostava e que eram falsas comigo,
Só para manter a velha fachada
Da boa convivência social?
Quantas vezes eu forcei a minha mente
A esquecer as coisas ruins que me acontecem,
Na tentativa de manter a minha sanidade
Enquanto aguardo acontecerem coisas boas?
Quantas vezes eu desejei colocar
Um ponto final na minha história?
Mas a cada dia que nasce
Vejo que ainda tenho que acrescentar mais uma virgula!
Yves Vicent!
Nenhum comentário:
Postar um comentário